sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Sarau de Aniversário de 21 Anos - Casa do Poeta de Campinas - 21 de outubro de 2017- Salão Nobre do ICCT - Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores

Atração Musical 
Coral Vozes Amigas
Regência Maestro Urban



                                   Exposição da fotógrafa Nadja Prado

                                                  Eunice Rodrigues de Pontes - Poetisa
                                            Apresentadora 

 Apresentação dos poetas 

Mirian Miatto 

Pedro Dias- Declamação


Célia Paulino - Agradecimentos



Sebastião Brandão




Tércio Sthal


Rosana Montero Cappi

Rachel dos Santos Dias

Marilza Pereira Calsavara

Flávio Levy

Batata - Produtor e editor 
do livro Raízes de Marlene Maria Gomes

Lançamento do livro Raízes Marlene Maria Gomes


Marlene Gomes e Rosana M Cappi
Marelene Gomes e Nadja Prado




Coral Vozes Amigas

A fotógrafa Nadja Prado e a artista plástica Célia Paulino

Nadja Prado 


Maestro Urban 


José Luiz Pires - Presidente da Casa do Poeta  
e Célia Paulino 

Elzio

Vicente de Paulo Montero - Presidente do ICCT

Maestro Urban e Vicente P. Montero

Célia Paulino e Manoel Leandro da Silva

Fotos por Nadja Prado e Manoel Leandro 

sábado, 21 de outubro de 2017

Aniversário da Casa do Poeta - Sara Ribeira

Campinas foi sempre a terra de grandes Poetas, Só para lembrar alguns, Guilherme de Almeida, Solon Borges dos Reis, Camilo Guimarães entre tantos. Estes poetas agregaram-se em Clubes, Agremiações e Associações Poéticas para apresentarem seus trabalhos e, ouvir os trabalhos dos demais Em 1996 idealizada e Criada pelo Poeta JOÃO BAPTISTA .MUNIZ RIBEIRO e, Fundada em 20 de Outubro por poetas consagrados e ícones da cultura campineira. A data da fundação acredito, que tenha sido escolhida por ser o DIA DO POETA, data esta,criada na década de 1970, em São Paulo, quando da Fundação do MOVIMENTO POÉTICO NACIONAL Na casa do Poeta Menotti del Picchia (Paulo Menotti del Picchia - 1892/1988). Os Fundadores da CASA DO POETA DE CAMPINAS, foram os seguintes Poetas e Amantes da Poesia :Maria Conceição Arruda Toledo, Arita Damasceno Pettená,,Vidal Ramos, Samuel Lisman, Ségio Galvão Caponi-Sergio Caponi , Arlindo Borba, Sidnei Landini, Norma Guimarães Ribeiro, Silvia Caponi Arly G.Ribeiro, Enid Besteti Pires, Ananias B.Fontes, Francisco Fernandes de Araújo. Maria Ap.Nei Ardito, Lourdes Badaró, Álvaro Ribeiro, Laís Ribeiro.de Lima, Carmem Pedroso, Laís Ribeiro.de Lima Durval Otero,e João Baptista Muniz Ribeiro. Hoje 21 anos depois . a CASA DO POETA DE CAMPINAS, continua com sua Missão de ser um Palco aberto e livre para Poetas e Artistas que queiram se apresentar. Presidida pelo Poeta José Luiz Pires e com uma Diretoria atuante, realiza suas apresentações nos meses pares do ano, as 15 horas nas dependências do Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores, local gentilmente oferecido pelo Presidente daquela Instituição o Estimado Tenor Vicente De Paulo Montero. Paralelo as apresentações de seus Saraus, a Casa do Poeta já lançou Seis Coletâneas Poéticas, possuí um Blog muito nem feito, Criado pela Escritora e Poeta Rosana Montero Cappi e tem ainda fôlego, para muitas outras décadas de Muita Poesia e Arte.

Sara Ribeira

Sara Ribeira


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sábado, 14 de outubro de 2017

Esperança- Eunice Rodrigues de Pontes

     
   
                                                 ESPERANÇA

 "Só a leve esperança em toda a vida
 Disfarça a pena de viver, mais nada;
 Nem é mais a existência resumida,
Que uma grande esperança malograda."
                         "Velho tema"
                      Vicente de Carvalho

A esperança é uma criança que não
se cansa, pois é sempre aprendiz;
traz o brilho do olhar, a fé na vida
e aquela famosa ilusão elementar.

Sem ela não há vida, não há alegria,
não há porvir e, nem sequer o
momento presente, que se torna
diariamente um grande tormento.

A vida só é bela e radiosa se
a esperança invade e ilumina
cada dia, desde o seu amanhecer
até o mais profundo anoitecer.

A esperança é tudo, sem ela
tudo se anula, se esvoaça, vira
fumaça que tudo embaça,
torna-se tosco, sem brilho, fosco.

A esperança é a luz da vida,
o brilho do sol, o ingrediente
que faz o crente, a cotovia
que guia cada dia na pradaria.

A esperança é a pomba que leva
o ramo verde, sinal de que a
tempestade já se foi e voltou
a bonança, sem mais tardança.

A esperança é imprescindível na vida
de cada um de nós; sem ela só nos resta
a mais profunda melancolia de cada dia,
a entristecer o sombrio anoitecer.

               Eunice Rodrigues de Pontes



terça-feira, 10 de outubro de 2017

Te amo. Lin Quintino




Quando diz: Te amo
olho-te nos olhos
calo as palavras
e espero...
Repasso todos os gestos
todos os beijos
carinhos e afetos
que trocamos...
Insiste... Te amo...
Na troca de silêncios
desespera
pela imprevisibilidade da resposta...
Cerzidas em nossa intimidade
estão as lembranças
o tempo vadio
e o poema que a quatro mãos, na pele, escrevemos...
Insiste... Te amo...


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Lin Quintino
                          

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Mourão Oco - José Luiz Pires



A vida traz surpresas
Que podem vir disfarçadas
Por vezes nos quer presa
De certa forma abatida, aliciada
Porem o tempo é esclarecedor
E mostra que pau que bate em Chico
Não bate em Francisco
Alterna-se como bambu na ventania
É certo que o mundo dá muita volta
Mas não nos deixa tonto, acondicionado
Engolir sapos pode ser opção pontual
Radical é não engolir mente estimulada
A vaidade é mourão oco
Preso por arame enferrujado
O ser humano não é gado amigo
Manejado em piquetes para um dia ser abatido

                                                          POETA SEMEADOR
                                                             JOSÉ LUIZ PIRES
                                               Presidente da Casa do Poeta de Campinas


sábado, 2 de setembro de 2017

Reflexão - Jadir Prado


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                            Jadir Prado


Crise - Regina Simões


Começa o mal - estar.
Uma adrenalina a mais.
Sem motivo aparente,
a vida atávica ataca sorrateira.
Ansiedade ávida
de consumir vida, consumindo ar.
Cabeça girando,
gerando receio, matando o sono...
Frustrado o sonho,
sondo a imaginação.
Não funciona.
Hora sexta!
Seca - me a boca.
Foge -me o estômago.
O âmago do ser entra em órbita,
misturando pensamentos
que , desordenados, teimam 
em gerenciar o caos...
Não lamentarei a crise
nem o furor dominará meu ser.
Minh'alma ancora -se
no único fundamento razoável -
o Cristo!

Regina Simões