COMPONENTES DA MESA, CARÍSSIMOS CONFRADES E CONVIDADOS.
Vivo um tempo de imensa generosidade para com o meu nome.
Minha caminhada nesta lida literária é muito recente. Contudo, estou tentando me avigorar junto aos meios culturais e cívicos, no intuito de me inteirar de tão nobres movimentos.
Chego à presidência desta casa, onde carinhosamente fui acolhido.
Sinto o mesmo acanhamento quando pela primeira vez no ano de 2009 apresentei meus poemas ao sonetista campineiro e presidente perpétuo desta casa, João Batista Muniz Ribeiro.
Aos poucos fui conhecendo e me inteirando das carências culturais existentes na minha querida cidade de Campinas. Iniciei uma peregrinação por academias, bibliotecas e entidades cívicas. Quando acordei, estava envolvido tecnicamente, exercendo cargos administrativos e praticando o ativismo cultural em quase todas.
A partir do momento em que fui cientificado de que meu nome fora aprovado para presidência da Casa do Poeta de Campinas, ponderei muito com o meu bom Deus. E hoje posso lhes afirmar: consegui muito, diante do pouco que esperava e mereço.
São poucos os degraus que compõem minha escada literária, todavia, estão muito bem alicerçados pela amizade, dedicação e carinho de todos vocês!
Cheguei até está presidência por caminhos literários que, até Outubro de 2009, jamais imaginaria!
Sinto-me honrado e emocionado neste momento. Ao mesmo tempo triste, pois me privei por longo tempo da amizade e convívio de pessoas brilhantes!
Nossa classe literária é nômade por sua natureza e fertilidade poética, concebida em versos e inerente a formatações.
Nossos poemas são cinzas de um corpo poético cremado em verdades, anseios e devaneios, na ânsia de vê-los espalhados por campos verdejantes e semeados em lugares inóspitos.
Cultuemos, assim, a nossa Literatura. Ofereçamos a ela o que de mais puro possamos conceber. Somente com uma educação laboriosa nas escolas, no meio sociocultural, poder-se-á contar com resultados construtivos.
Um projeto literário é algo que não pode ficar na prateleira da nossa memória. Disseminação e comprometimento clamam ao vento e aos portais literários para que um dia possam escancarar suas janelas e portas.
Nossas crianças e muitos adultos carecem aprender conosco as lições de brasilidade poética, literária e cívica, que as tornarão grandes e úteis no seio da nossa sociedade.
Durmo para viver e acordo para sonhar com as muitas e alheias vontades encarceradas.
Caríssimos confrades, desejo que todos vocês possam morrer vazios. Não guarde uma semente sequer que possa germinar durante sua vida literária.
Plante, plante, plante e deixe que colham, colham, colham...
Que o Senhor nosso Deus, esteja sempre à frente das nossas jornadas.
Que Ele continue sendo para nós em todo o sempre:
‘O SEMEADOR DE PALAVRAS’!
Vivo um tempo de imensa generosidade para com o meu nome.
Minha caminhada nesta lida literária é muito recente. Contudo, estou tentando me avigorar junto aos meios culturais e cívicos, no intuito de me inteirar de tão nobres movimentos.
Chego à presidência desta casa, onde carinhosamente fui acolhido.
Sinto o mesmo acanhamento quando pela primeira vez no ano de 2009 apresentei meus poemas ao sonetista campineiro e presidente perpétuo desta casa, João Batista Muniz Ribeiro.
Aos poucos fui conhecendo e me inteirando das carências culturais existentes na minha querida cidade de Campinas. Iniciei uma peregrinação por academias, bibliotecas e entidades cívicas. Quando acordei, estava envolvido tecnicamente, exercendo cargos administrativos e praticando o ativismo cultural em quase todas.
A partir do momento em que fui cientificado de que meu nome fora aprovado para presidência da Casa do Poeta de Campinas, ponderei muito com o meu bom Deus. E hoje posso lhes afirmar: consegui muito, diante do pouco que esperava e mereço.
São poucos os degraus que compõem minha escada literária, todavia, estão muito bem alicerçados pela amizade, dedicação e carinho de todos vocês!
Cheguei até está presidência por caminhos literários que, até Outubro de 2009, jamais imaginaria!
Sinto-me honrado e emocionado neste momento. Ao mesmo tempo triste, pois me privei por longo tempo da amizade e convívio de pessoas brilhantes!
Nossa classe literária é nômade por sua natureza e fertilidade poética, concebida em versos e inerente a formatações.
Nossos poemas são cinzas de um corpo poético cremado em verdades, anseios e devaneios, na ânsia de vê-los espalhados por campos verdejantes e semeados em lugares inóspitos.
Cultuemos, assim, a nossa Literatura. Ofereçamos a ela o que de mais puro possamos conceber. Somente com uma educação laboriosa nas escolas, no meio sociocultural, poder-se-á contar com resultados construtivos.
Um projeto literário é algo que não pode ficar na prateleira da nossa memória. Disseminação e comprometimento clamam ao vento e aos portais literários para que um dia possam escancarar suas janelas e portas.
Nossas crianças e muitos adultos carecem aprender conosco as lições de brasilidade poética, literária e cívica, que as tornarão grandes e úteis no seio da nossa sociedade.
Durmo para viver e acordo para sonhar com as muitas e alheias vontades encarceradas.
Caríssimos confrades, desejo que todos vocês possam morrer vazios. Não guarde uma semente sequer que possa germinar durante sua vida literária.
Plante, plante, plante e deixe que colham, colham, colham...
Que o Senhor nosso Deus, esteja sempre à frente das nossas jornadas.
Que Ele continue sendo para nós em todo o sempre:
‘O SEMEADOR DE PALAVRAS’!
José Luiz Pires
Presidente da Casa do Poeta de Campinas ( 2014-2017)