| Ana Lúcia Sampaio ( Clara Fênix) |
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Casa do Poeta no CEPAC

Parabéns à diretoria do CEPAC, pelo belo evento, sob a presidência de Luno Volpato
As diretoras da Casa do Poeta de Campinas, Eunice Rodrigues de Pontes e Rosana Montero Cappi, estiveram presentes no Sarau do CEPAC - Centro de Poesia e Artes de Campinas, dia 23/11/2013, na Academia Campinense de Letras.
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| Eunice R. de Pontes |
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| Rosana Montero Cappi |
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Sou Poeta - Miriam Brasilino de Carvalho Miatto
Sou poeta,
por isso amo demais, me alegro demais, choro demais, sonho demais.
Sou poeta,
por isso, vejo com o coração, ouço com o coração, toco o coração, respiro com o
coração.
Sou poeta,
toda a inspiração, a mais pura emoção.
Sou poeta,
por isso invento estórias, crio fantasias, que as vezes nem sei o que é
fantasia ou realidade.
Sou poeta,
por isso o sol é muito mais que a maior estrela, uma rosa é muito mais que uma
flor.
Sou poeta,
por isso posso sonhar, chorar, ser criança, sentir medo, rir da desgraça,
escrever absurdos, coisas banais, inocentes ou difíceis de entender, e ninguém
me chamará de sonhadora, fraca, infantil, louca, neurótica.
Quando
estava para vir ao mundo, Deus me pergutou:
Filha que
dom quer receber?
Respondi:
Senhor, gostaria de ser a expressão
maior da liberdade; quero ser poeta.
E assim
poeta pelo dom e opção, não quero que me aceitem ou me julguem, quero ser
apenas o que sou: poeta.
Miriam
Brasilino de Carvalho Miatto
domingo, 10 de novembro de 2013
Sonho Infantil - Dalva Saudo
Poderia existir um portal
Um seguir reto rumo ao norte
Andar para a morte
Entre flores, cores, Bem-Te-Vís
Um suicídio livre,
Sem a dor de um punhal
Ou doença fatal!
Um caminhar bem suave
A procura da rua... Endereço da Lua!
Livre como uma pista de Dança.
Andança mortal!
Essa morte, não seria um bom sonho
De fadas, princesas e castelos
De contos infantís?
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| Dalva Saudo |
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Esperança - Eunice Rodrigues de Pontes
"Só a leve esperança em toda
a vida
Disfarça a pena de viver, mais nada;
Nem é mais a existência resumida,
Que uma grande esperança malograda."
"Velho tema"
Vicente de Carvalho
A esperança é uma criança que não
se cansa, pois é sempre aprendiz;
traz o brilho do olhar, a fé na vida
e aqula famosa ilusão elementar.
Sem ela não há vida, não há alegria,
não há porvir e, nem sequer o
momento presente, que se torna
diariamente um grande tormento.
A vida só é bela e radiosa se
a esperança invade e ilumina
cada dia, desde o seu amanhecer
até o mais profundo anoitecer.
A esperança é tudo, sem ela
tudo se anula, se esvoaça, vira
fumaça que tudo embaça,
torna-se tosco, sem brilho, fosco.
A esperança é a luz da vida,
o brilho do sol, o ingrediente
que faz o crente, a cotovia
que guia cada dia na pradaria.
A esperança é a pomba que leva
o ramo verde, sinal de que a
tempestade já se foi e voltou
a bonança, sem mais tardança.
A esperança é imprescindível na vida
de cada um de nós; sem ela só nos resta
a mais profunda melancolia de cada dia,
a entristecer o sombrio anoitecer.
Eunice Rodrigues de Pontes
Disfarça a pena de viver, mais nada;
Nem é mais a existência resumida,
Que uma grande esperança malograda."
"Velho tema"
Vicente de Carvalho
A esperança é uma criança que não
se cansa, pois é sempre aprendiz;
traz o brilho do olhar, a fé na vida
e aqula famosa ilusão elementar.
Sem ela não há vida, não há alegria,
não há porvir e, nem sequer o
momento presente, que se torna
diariamente um grande tormento.
A vida só é bela e radiosa se
a esperança invade e ilumina
cada dia, desde o seu amanhecer
até o mais profundo anoitecer.
A esperança é tudo, sem ela
tudo se anula, se esvoaça, vira
fumaça que tudo embaça,
torna-se tosco, sem brilho, fosco.
A esperança é a luz da vida,
o brilho do sol, o ingrediente
que faz o crente, a cotovia
que guia cada dia na pradaria.
A esperança é a pomba que leva
o ramo verde, sinal de que a
tempestade já se foi e voltou
a bonança, sem mais tardança.
A esperança é imprescindível na vida
de cada um de nós; sem ela só nos resta
a mais profunda melancolia de cada dia,
a entristecer o sombrio anoitecer.
Eunice Rodrigues de Pontes
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| Eunice R. de Pontes |
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Momentos do Sarau de Aniversário (19/10/2013) - Parte II
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Momentos do Sarau de Aniversário (19/10/2013) Parte I
O Sarau da Casa do Poeta, sob a presidência de José Roberto Teixeira homenageou sua finada fundadora, a ilustre Conceição de Arruda Toledo
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| Em memória de Maria Conceição de Arruda Toledo que sempre estará presente em nossos corações |
Salva de Palmas à Maria Conceição de Arruda Toledo, falecida em 13/10/2103
Agmon Carlos Rosa leu sua poesia "Deusas do Meu Olimpo" de sua autoria em homenagem à Conceição de Arruda Toledo e Rosana Montero Cappi leu a poesia Contrassenso de autoria da homenageada.
Homenagem ao centenário do poeta Vinícius de Moraes
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| O declamador Pedro Dias homenageou Vinícius com bela intrepretação do Soneto da Separação |
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE JOHNN ELVIS
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| Rosana M. Cappi oferendo seu livro Estão Voltando as Flores |
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| Lu Narbot Ermetice entrega seu livro de poemas |
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| Johnn ladeado de José Roberto Teixeira, Rosana M. Cappi, Eunice R.Pontes e Clarice Luiz |
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