terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lançamento do livro " Lirismo Acadêmico" de Agmon Carlos Rosa, diretor da Casa do Poeta do Poeta

  


O Poeta Agmon Carlos Rosa, lançou seu livro Lirismo Acadêmico, dia 01  de dezembro e 2013, durante almoço festivo da "ABAL- Associação Brasileira Carlos Gomes de Artistas Líricos", com renda doada ao ICCT - Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores.

A diretoria da Casa do Poeta de Campinas registra aqui os sinceros parabéns ao confrade amigo e votos de muito sucesso.
Agmon C. Rosa com sua querida Wanda, com o diretor da Casa do Poeta José Luiz Pires e sua querida Araci Pires

Declamação de poesia ao lado do amigo Vicente de Paulo Montero, diretor da Abal e Presidente do Instituto Campineiro dos Cegos


O sorriso de Agmon, que estampa a alegria de um sonho realizado.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Rosana Montero Cappi - Diretora da Casa do Poeta Lança seu Terceiro Romance


www.clubedeautores.com.br

SINOPSE


Alice, quer resgatar os utensílios do chá, que pertenceram ao seu  sogro, o sr. Chinai, que veio do Japão para o Brasil aos dezessete anos de idade, no começo do século XX, para  esquecer um amor impossível. Esse homem obstinado e corajoso, de simples agricultor, passou a colecionador de obras de arte e foi muito importante para a colônia japonesa na cidade de São Paulo. Enriqueceu, perdeu tudo, mas manteve a firmeza de caráter. Sua trajetória de vida é contada durante os rituais do Chá, que ele oferece para a nora Alice e Kashimy, seu filho adotivo. Assim, o leitor vai conhecendo personagens cujas características são a determinação e o empenho à palavra dada, como  Ayako, a mãe biológica de Kashimy, os motivos e a decisão em doá-lo aos dois anos de idade. Sua incrível volta, após tantos anos, acaba tendo primordial importância nas adoções dos filhos dele, ambos nísseis, coisa rara entre os japoneses.  A cerimônia do chá, tradição japonesa meticulosamente descrita, é o pano de fundo para diálogos, emoção, descobertas e a confirmação de que sua prática gera harmonia, seu principal objetivo. É uma forma de mostrar não só a cultura oriental, mas o verdadeiro espírito deste povo, que tanto tem contribuído para o desenvolvimento de nosso país.    

Rosana Montero Cappi ( editora deste blog)
rmcappi@yahoo.com.br

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Minha Flor Autista - Ana Lúcia Sampaio

Ana Lúcia Sampaio ( Clara Fênix)

Casa do Poeta no CEPAC





   Parabéns à diretoria do CEPAC, pelo belo evento, sob a    presidência de Luno Volpato


As diretoras da Casa do Poeta de Campinas, Eunice Rodrigues de Pontes e Rosana Montero Cappi, estiveram presentes no Sarau do CEPAC - Centro de Poesia e Artes de Campinas, dia 23/11/2013, na Academia Campinense de Letras.
 

Eunice R. de Pontes



Rosana Montero Cappi

 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Sou Poeta - Miriam Brasilino de Carvalho Miatto

 
 
Sou poeta, por isso amo demais, me alegro demais, choro demais, sonho demais.
Sou poeta, por isso, vejo com o coração, ouço com o coração, toco o coração, respiro com o coração.
Sou poeta, toda a inspiração, a mais pura emoção.
Sou poeta, por isso invento estórias, crio fantasias, que as vezes nem sei o que é fantasia ou realidade.
Sou poeta, por isso o sol é muito mais que a maior estrela, uma rosa é muito mais que uma flor.
Sou poeta, por isso posso sonhar, chorar, ser criança, sentir medo, rir da desgraça, escrever absurdos, coisas banais, inocentes ou difíceis de entender, e ninguém me chamará de sonhadora, fraca, infantil, louca, neurótica.
Quando estava para vir ao mundo, Deus me pergutou:
Filha que dom quer receber?
Respondi: Senhor,  gostaria de ser a expressão maior da liberdade;  quero  ser poeta.
E assim poeta pelo dom e opção, não quero que me aceitem ou me julguem, quero ser apenas o que sou: poeta.
 
          Miriam Brasilino de Carvalho Miatto

domingo, 10 de novembro de 2013

Sonho Infantil - Dalva Saudo

 
Poderia existir um portal
Um seguir reto rumo ao norte
Andar para a morte
Entre flores, cores, Bem-Te-Vís
Um suicídio livre,
Sem a dor de um punhal
Ou doença fatal!
Um caminhar bem suave
A procura da rua... Endereço da Lua!
Livre como uma pista de Dança.
Andança mortal!
Essa morte, não seria um bom sonho
De fadas, princesas e castelos
De contos infantís?
Dalva Saudo



 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Esperança - Eunice Rodrigues de Pontes




"Só a leve esperança em toda a vida
Disfarça a pena de viver, mais nada;
Nem é mais a existência resumida,
Que uma grande esperança malograda."
"Velho tema"
Vicente de Carvalho

A esperança é uma criança que não
se cansa, pois é sempre aprendiz;
traz o brilho do olhar, a fé na vida
e aqula famosa ilusão elementar.

Sem ela não há vida, não há alegria,
não há porvir e, nem sequer o
momento presente, que se torna
diariamente um grande tormento.

A vida só é bela e radiosa se
a esperança invade e ilumina
cada dia, desde o seu amanhecer
até o mais profundo anoitecer.

A esperança é tudo, sem ela
tudo se anula, se esvoaça, vira
fumaça que tudo embaça,
torna-se tosco, sem brilho, fosco.

A esperança é a luz da vida,
o brilho do sol, o ingrediente
que faz o crente, a cotovia
que guia cada dia na pradaria.

A esperança é a pomba que leva
o ramo verde, sinal de que a
tempestade já se foi e voltou
a bonança, sem mais tardança.

A esperança é imprescindível na vida
de cada um de nós; sem ela só nos resta
a mais profunda melancolia de cada dia,
a entristecer o sombrio anoitecer.

Eunice Rodrigues de Pontes

Eunice R. de Pontes