sarau de aniversário

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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Silêncio - Célia Aparecida Paulino Silva


Em um breve silêncio, seu corpo dormia,
Mãe do amor eterno, deste mundo se despedia,
Por um caminho Azul e Rosa ao céu subia.

Era manhã de verão.
Uma leve chuva branca das nuvens caía,
Mãe, querida
Foi, não mais sorria.

Rosto de paz e serenidade,
Entre uma multidão seguia,
Deixando lembranças e muitas saudades
A chuva branca e transparente,
Margarida já não mais sentia.

A sua nova morada que não conhecia,
Em lágrimas e orações, uma nova flor ali nascia
Junto a Deus e a Luz Divina.
Mãe, eternamente  Mamãe.

( Poema publicado na Coletânea do CPAC - Ressurgindo das Cinzas- 2012) 
Célia  Aparecida Paulino Silva

Um comentário:

  1. Mãe: depois que elas se vão, esta palavra passa a doer bastante. Belo!

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