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| Eunice Rodrigues de Pontes |
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Deixe-me Cansar de Você - Teresa Azevedo
Deixe-me
cansar de você
Para que
eu não sofra tanto,
De modo
que eu me liberte.
Assim
serei livre para amar de novo.
Dê-me a
luz dos dias e o luar das noites.
Esquente
a minha cama fria
De tantos
dias vazia.
De tanto
tempo sem par.
Cale meus
lábios com seus beijos
E
percorra meu corpo com seus dedos,
Com sua
mão tão macia.
Dê-me a
seiva do seu íntimo.
Leve-me a
lugares outros
Que não
meus sonhos loucos
Onde só
existe você
Preencha
minha mente cálida.
Seja meu
agir a cada instante
De nada
frígido ou distante
Crave em
mim sua espada nua
E faça-me
mais e mais sua.
Numa
cantiga de roda cante-me,
Em um
fluir de seu rio me encante.
Cambie
meu corpo em seu ventre,
Não seja
assim tão prudente.
Medo de
mim jamais tenha
Pois
quero apenas lhe amar,
E de
tanto amar me cansar.
Deitar na
rede de si e bailar.
Já não
suporto mais sentir
A solidão
de tal distância.
Compreender-me
tão nada em mim
Sem as
vampirescas mordidas suas.
Quando
meu sangue já é tão seu somente
Minha
saliva seca anseia por sua boca
Minha
pele pálida e fria por seus braços
E minha
carência por seu peito protetor.
Dê-me
doses maiores
De
volúpia e de desejos seus
Faz de
mim objeto seu,
Mas não de canto e sim de uso.
Deixe-me
cansar de você
Para que
eu não sofra tanto...
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| Teresa Azevedo |
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
A Dália e a Margarida ( ou, a derrota da vaidade) - Francisco de Borges
Brigavam por beleza a dália e a margarida
De forma tal acintosas que berravam
E no ardente e tolo embate se rasgavam
Se engalfinhando, ofensoras e ofendidas.
Uma dizia ser a rainha do jardim
Qual nada! A outra dizia, eu quem sou
Era questão, ou melhor, querela sem fim
O nobre pássaro dado a galanteador.
Uma hortênsia vê de cima, no esplendor
Que pelas outras sempre fora esquecida.
E a enlaça pelo mel com tal amor
Que nem chegou a perceber a passar mal
Agora as enciumadas dália e margarida.
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| Francisco de Borges |
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Doação de Órgãos- Teresa Azevedo

É tempo de entendermos a importância da doação de nossos órgãos e tecidos após nossa morte.
No
momento em que nos deparamos com uma tragédia do porte da ocorrida em
Santa Maria e compartilhamos da dor de tantas famílias que não só
perderam seus jovens, mas os tem internados com queimaduras gravíssimas,
necessitando de pele humana para a manutenção de suas vidas, percebemos
o quanto nossa atitude em relação a doação de órgãos é primordial.
Acessem:
COMUNIQUE AOS SEUS FAMILIARES SOBRE O SEU DESEJO EM DOAR SEUS ÓRGÃOS E TECIDOS APÓS SUA MORTE! DOE VIDA!
Teresa Azevedo
Membro Efetivo da ANLPPB - Cadeira 06
(Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro)
(55-19)92759014/81569740
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
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